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Falta de ética de um jornalista

Posted on 15:44 by EFA2010 and filed under | 0 Comments »

Educação para os valores nos Mass Media



No âmbito de Cidadania e Profissionalidade elaboramos um cartaz sobre os seis valores mais importantes que devem caracterizar os indivíduos.

Os Mass Media regem-se por estes valores?

Liberdade significa poder escolher, agir e falar de acordo com a sua vontade. A liberdade é um direito que se conquista na medida da nossa responsabilidade.

Companheirismo/Cooperação é a vontade de trabalhar com os outros, de colaborar.

Responsabilidade é uma expressão de interesse, como a habilidade de tomar conta de si mesmo e de responder pelos seus actos.

Determinação que significa firmeza e perseverança e dá força a toda e qualquer acção empreendida.

Respeito: conhecendo o valor do outro, deve-se respeitá-lo por aquilo que ele é e por aquilo que conseguiu alcançar. Dar-lhe o direito de viver de acordo com os seus valores.

Humildade: deve-se respeitar a vida, a experiência e a sabedoria. Com humildade ganhamos o coração de todos e a possibilidade de trilhar um caminho de estabilidade, amizade e amor.


Turma EFA, Percurso A/B
Posted on 23:15 by EFA2010 and filed under | 0 Comments »

Ética: Manuela Moura Guedes vs Marinho Pinto



Manuela Moura Guedes acusada de falta de ética

Uma acesa troca de “mimos” entre a jornalista da TVI a Marinho Pinto foi ontem vista por milhões de portugueses que assistiram ao Jornal de Sexta daquele canal. O bastonário acusou Manuela de “péssimo profissionalismo” e “falta de ética” depois desta lhe ter chamado “bufo”.

MSN Notícias
Posted on 22:52 by EFA2010 and filed under | 0 Comments »

Ética profissional nos mass media

Os mass media (televisão, a rádio, imprensa, cinema e ainda a Internet) são sistemas organizados de produção, difusão e recepção de informação, geridos por empresas especializadas na comunicação de massas.

Podemos considerar os mass media como o meio de eleição na comunicação com as massas.
Mas quanto nos condicionam e influenciam de forma subtil ou não, nas nossas decisões, liberdade de escolha e opinião pessoal acerca de qualquer matéria?

A função principal dos mass media é informar, mas, por terem tanta influência sobre as populações, passaram a ser manipuladores de opiniões pessoais e públicas, indutores de desejos, por vezes inacessíveis a grande parte das populações. Por ser um meio tão manipulador, a classe política aproveita-se dele juntamente com os grupos financeiros e publicitários. A intenção não é de informar verdadeiramente, mas, “trabalhar” as populações a seu bel-prazer, de forma a agirem como lhes é conveniente, fornecendo quase sempre informação incompleta.

A agressividade comunicativa é encontrada tanto na imagem como na palavra, tudo depende do meio que se utiliza para chegar ao público. Quantas vezes já nos deparamos com situações em que os jornalistas não respeitam os valores éticos de cada indivíduo?

Está correcto que os meios de comunicação prestam um serviço social mas para regulamentar as actividades exercidas pelos jornalistas existe o código de ética do jornalismo!

Apesar da abrangência do código de ética relativamente ao direito à informação, de qualidade, defesa dos interesses públicos, precisão da informação, existe actualmente uma crise por falta de ética profissional, o que faz com que a imprensa perca credibilidade.

O jornalismo escrito em Portugal arma disparates disfarçados sobre o nome de notícia para manipular o leitor. A denúncia descomprometida com os termos do código de ética acontece em outros meios de comunicação, mas o jornalismo denúncia é mais comum na imprensa escrita, pelo tempo que pode ser dedicado ao apuramento e pelo espaço para divulgação. No entanto, a televisão utiliza cada vez mais com uma dose extra de sensacionalismo. A destruição da reputação tem sido uma maneira recorrente para atingir a oposição seja ela política ou ideológica, o que vitima quer políticos quer jornalistas. Daí se afirmar que os mass media tornam-se “reféns de um labirinto” uma vez que acabam por cair na sua própria teia!

É que a ética, quando nasce, é para todos. E o papel dos jornalistas, diz a deontologia, é relatar notícias, não é provocar ou criar notícias.
Posted on 22:49 by EFA2010 and filed under | 0 Comments »

O advogado do diabo - Reflexão



O filme conta a história de Kevin Lomax (Keanu Reeves), um jovem e bem sucedido advogado do interior da Flórida, que nunca perdeu um caso. Não importa que tipo de crime ou culpa, Lomax tem o poder de seduzir o júri que se rende aos seus argumentos e absolve os seus clientes. Durante um julgamento fica claro para Lomax que o seu cliente é culpado de molestar crianças. Entretanto, ao invés de enfrentar o seu drama de consciência ele rende-se ao impulso de continuar como vencedor e de forma brilhante consegue virar o jogo, inocentando o acusado. O seu triunfo atrai a atenção de John Milton (Al Pacino), o carismático dono de uma poderosa empresa de advogados, de actuação duvidosa, em Nova York. Lomax é convidado para trabalhar no departamento jurídico (criminal) com um alto salário e muitos benefícios. Apesar da objecção da mãe, Lomax muda-se para Nova York com a sua esposa Mary Ann (Charlize Theron).
No início tudo parece correr bem, mas logo Mary Ann sente saudades da sua antiga casa e começa a testemunhar aparições demoníacas.
Rodeada de um consumismo absurdo e desenfreado, recheado de futilidades e banalidades, Mary Ann literalmente enlouquece.



No entanto, Kevin está empenhado em defender um cliente acusado de triplo assassinato e cada vez dá menos atenção à sua mulher, enquanto o seu misterioso chefe parece sempre saber como contornar cada problema e tudo o que perturba o jovem advogado.
Só após inúmeras vitórias alcançadas em tribunais e júris forjadas pelas mais diversas falcatruas e posturas totalmente anti-éticas e o lancinante suicídio da sua esposa é que Kevin resolve finalmente confrontar o seu chefe e mentor, o que na verdade se irá transformar num encontro consigo próprio e com a edificação de seu ego monumental que se orgulhava soberbamente, sem qualquer questionamento, que “nunca tinha perdido uma causa!”.
É um filme que expõe as fragilidades da condição humana e que nos leva a reflectir sobre ética e moral, ou a falta delas! A conclusão a que chegamos é que, hoje em dia, os fins não justificam os meios…a maioria das pessoas regem-se pelo dinheiro, pelo poder, pela ambição, pelo materialismo, vivendo assim de negócios ilícitos. Quanto mais se tem mais se quer, e far-se-á tudo para atingir os objectivos, colocando de parte os valores (tais como a honestidade, justiça, lealdade, integridade, a família, pelos quais nos regemos! E são por vezes os próprios mass media que nos induzem a tal, ou seja, são um veículo que nos influencia diariamente!
Podemos dizer que este filme é uma lição de vida que nos mostra que existem valores éticos que não devemos descurar e que a vaidade é algo de que nos devemos afastar.

Posted on 15:41 by EFA2010 and filed under | 0 Comments »